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6 de dezembro de 2016

A Última Camélia - Sarah Jio



Título Original: The Last Camellia | Autor(a): Sarah Jio | Gênero: Romance | Ano: 2016 | Páginas: 374 | Editora: Novo Conceito | Skoob
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Sinopse: Às vésperas da Segunda Guerra Mundial, o último espécime de uma camélia rara, a Middlebury Pink, esconde mentiras e segredos em uma afastada propriedade rural inglesa.
Flora, uma jovem americana, é contratada por um misterioso homem para se infiltrar na Mansão Livingston e conseguir a flor cobiçada. Sua busca é iluminada por um amor e ameaçada pela descoberta de uma série de crimes.
Mais de meio século depois, a paisagista Addison passa a morar na mansão, agora de propriedade da família do marido dela. A paixão por mistérios é alimentada por um jardim de encantadoras camélias e um velho livro
No entanto, as páginas desse livro insinuam atos obscuros, engenhosamente escondidos. Se o perigo com o qual uma vez Flora fora confrontada continua vivo, será que Addison vai compartilhar do mesmo destino?

"A Última Camélia" vai nos contar a história de Flora, uma garota que, para ajudar os pais que passam por momentos difíceis com sua padaria em Nova Iorque às vésperas da Segunda Guerra Mundial, aceita viajar para o outro lado do mundo atrás de uma camélia muito, muito rara chamada Middlebury Pink. Aparentemente, essa camélia está nos jardins de uma mansão na Inglaterra e é para lá que Flora viaja com a desculpa de ser a nova babá da mansão e, em paralelo, mais de meio século depois, o livro nos conta a história de Addison que, agora, vive na mesma mansão em que Flora viveu décadas atrás e, graças a sua curiosidade, vai descobrindo um pouco mais sobre Flora e os antigos moradores da mansão, inclusive a misteriosa morte da esposa de Lorde Livingston e seus diversos segredos.

8 de março de 2016

O Bangalô - Sarah Jio

Autor(a): Sarah Jio | Gênero: Romance | Ano: 2015 | Páginas: 320 | Editora: Novo Conceito | Skoob

SinopseVerão de 1942. Anne tem tudo o que uma garota de sua idade almeja: família e noivo bem-sucedidos.
No entanto, ela não se sente feliz com o rumo que sua vida está tomando. Recém-formada em enfermagem e vivendo em um mundo devastado pelos horrores da Segunda Guerra Mundial, Anne, juntamente com sua melhor amiga, decide se alistar para servir seu país como enfermeira em Bora Bora. 
Lá ela se depara com outra realidade, uma vida simples e responsabilidades que não estava acostumada. Mas, também, conhece o verdadeiro amor nos braços de Westry, um soldado sensível e carinhoso.
O esconderijo de amor de Anne e Westry é um bangalô abandonado, e eles vivem os melhores momentos de suas vidas... Até testemunharem um assassinato brutal nos arredores do bangalô que mudará o rumo desta história.
A ilha, de alguma forma, transforma a vida das pessoas, e este livro certamente transformará você.














Hoje é o Dia Internacional da Mulher e para comemorar, vamos de resenha de um livro com duas personagens fortes, decididas e cheias de personalidade.

A história se inicia com uma carta, uma carta que trás de volta uma história sobre um assassinato ocorrido há muitos anos. Quem recebe essa carta é Anne, uma garota que tem tudo o que se pode sonhar, uma boa familia e um noivo aparentemente perfeito. Prestes a se casar, Anne decide dar um tempo em seu noivado e acompanhar sua melhora amiga Kitty e se voluntaria para ser enfermeira do exercito e as duas viajam para a ilha de Bora Bora e nossa história começa a caminhar.

Eu sou apaixonada pela escrita da Sarah Jio e quando recebi "O Bangalô" e li a sinopse, fiquei muito tentada a pegar o livro e ler na hora, mas eu tinha outras leituras atrasadas para colocar em dia e "O Bangalô" acabou ficando para depois e eu o li na Carnatona, o único livro que terminei durante a maratona.


Com romance, mistério, sofrimento e guerra bem dosados e sem exageros, a autora consegue nos levar facilmente por uma história cheia de paixão e cenários paradisíacos e eu adoro como Sarah consegue mesclar o passado e o presente com tanta maestria e nos prender com a sua escrita maravilhosa.

Todos os personagens que Sarah criou são bem trabalhados e nenhum deles ficou sem uma história completa. Eu não sei se, no lugar de Anne eu teria perdoado Kitty por tudo o que ela fez e deixou de fazer. Muitas partes do livro me deixaram brava, triste, emocionada e feliz. Sarah conseguiu despertar em mim muitos sentimentos e, mais uma vez, fiquei apaixonada por mais uma de suas histórias e personagens.



Mais uma vez, a Editora Novo Conceito me deu a chance de ler um lindo romance de Sarah Jio com um trabalho editorial bem feito e uma capa maravilhosa.





*Livro cedido em parceria com a Editora.




31 de agosto de 2015

Neve na Primavera - Sarah Jio













Autor(a): Sarah Jio | Gênero: Drama | Ano: 2015 | Páginas: 336 | Editora: Novo Conceito


Sinopse: Seattle, 1933. Vera Ray dá um beijo no pequeno Daniel e, mesmo contrariada, sai para trabalhar. Ela odeia o turno da noite, mas o emprego de camareira no hotel garante o sustento de seu filho.
Na manhã seguinte, o dia 2 de maio, uma nevasca desaba sobre a cidade.
Vera se apressa para chegar em casa antes de Daniel acordar, mas encontra vazia a cama do menino. O ursinho de pelúcia está jogado na rua, esquecido sobre a neve.
Na Seattle do nosso tempo, a repórter Claire Aldridge é despertada por uma tempestade de neve fora de época. O dia é 2 de maio. Designada para escrever sobre esse fenômeno, que acontece pela segunda vez em setenta anos,
Claire se interessa pelo caso do desaparecimento de Daniel Ray, que permanece sem solução, e promete a si mesma chegar à verdade. Ela descobrirá, também, que está mais próxima de Vera do que imaginava.


Vera Ray vive em Seattle no ano de 1933 e trabalha como camareira no Olympic Hotel para sustentar seu filho de três anos, Daniel em uma época em que a recessão econômica é marada pela miséria e desemprego. Já na Seattle de 2010, Claire Aldridge é jornalista e está se recuperando de um acidente que, há um ano, abalou sua vida e seu casamento, sua vida está sem estímulos, até que a história de Vera e Daniel Ray invade sua vida.

No começo, Claire acha que a matéria é bobagem, mas conforme vai descobrindo a história de Vera e Daniel, vamos embarcando junto a ela numa busca angustiante para saber o que aconteceu com o pequeno garoto de três anos que sumiu na primavera de 1933.


"Eu sorri e caminhei até a porta sem parar para ver o arrependimento nos olhos dele."
Peguei "Neve na Primavera" já sabendo que iria amar a história. Adoro livros que mesclam histórias do passado com o presente e Sarah soube conduzir a história com maestria, sem nos deixar perdidos, mas nos deixando completamente ansiosos e curiosos, torcendo por Vera e Daniel a cada pagina, ao mesmo tempo que vamos nos apegando a Claire e seus problemas pessoais.

Em algumas partes, Claire se tornava um pouco repetitiva com seus problemas, com seus dramas, sem passar por cima e continuar a vida. Infelizmente ela continuava a se martirizar como única culpada e isso me irritou um pouco, mas não durou o livro todo, eram só alguns momentos depressivos da personagem que não eram muito longos.
"Fiquei imaginando que cor a moldura da porta deveria ter nos anos 1930."
Não tenho filhos, mas um dos meus grandes sonhos é ser mãe e não consigo imaginar nem perder meu gatinho, imagina perder um filho. Fiquei muito, muito ligada a Vera durante toda a história. Entendi cada sacrifício que ela fez para encontrar o filho, cada coisa que ela se rebaixou a fazer, tudo para achar seu pequeno Daniel e ela foi uma mulher MUITO forte.

Quando, enfim, o desaparecimento de Daniel Ray é desvendado, meu queixo caiu. Literalmente caiu. Li o parágrafo sobre toda a história e meu queixo lá, caído, chocada com as revelações. Pensei em algo parecido com o que aconteceu, mas não imaginava que estava tão na cara e eu não tinha visto, ao mesmo tempo fiquei completamente surpresa.

Enfim, "Neve na Primavera" se tornou um dos meus livros favoritos. Sarah tem uma escrita maravilhosa e, apesar de algumas partes lentas durante o livro, ela consegue nos prender até o final com uma verdadeira história de amor em todos os sentidos. Posso usar vinte elogios, mas nunca conseguirei dizer o quanto essa história é maravilhosa.



*Livro cedido em parceria com a editora



 
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