25 de outubro de 2014

Terra Morta: Infecção - Tiago Toy

Autor(a): Tiago Toy  | Gênero: Terror/Aventura/Suspense | Ano: 2014 | Páginas: ***| Editora: Draco

Sinopse: "A história conta a saga de Tiago e Daniela que fugiram de Jaboticabal, uma cidade assolada por um apocalipse zumbi e, unidos a outros personagens, lutam por suas vidas a cada esquina de São Paulo. Amigo, inimigo ou zumbi, todos continuam correndo sem olhar para trás."*

Recebi, direto do Facebook do autor Tiago Toy, as primeiras cinquenta páginas do livro "Terra Morta: Infecção". Fiquei sabendo que poderia ler e resenhar uma parte do livro através da página da Editora Draco no Twitter, os interessados deveriam mandar uma mensagem diretamente para o autor e, assim, receber um gostinho do livro para resenhar.

"Terra Morta: Infecção" é o segundo livro da trilogia de Tiago Toy que conta a história de um apocalipse zumbi em São Paulo. Tudo começou em "Terra morta: Fuga" (que eu ainda não li) que conta a história do introvertido Tiago que sempre sonhou em viver aventurar na Capital de São Paulo, mas não imaginava que seria compelido a isso por um ataque zumbi.
"Os latidos de Thor chamaram sua atenção. Eram como um aviso. Corra"
No arquivo que recebi, existe um resumo do que aconteceu no primeiro livro, isso me ajudou bastante ao me colocar um pouco nos trilhos da história sem me deixar completamente perdida. Já o primeiro capítulo, narra a história de Regina Rios, grávida tentando dar a luz que é surpreendida por humanos famintos por carne. Depois, conhecemos Yulia, uma ruiva russa que ajuda a salvar o bebê de Regina, mas isso é só o começo.

Tiago Toy não trás novidades a cada capítulo como a maioria dos autores, ele consegue trazer novidades a cada parágrafo. Quando tudo parece bem e o carro está andando tranquilamente num paragrafo, no outro, o carro desliza em poças de sangue e restos mortais para capotar loucamente e liquidificar todos os seus passageiros.

Ao mesmo tempo em que novidades são ótimas, ter uma ação diferente em cada parágrafo é um pouco cansativo. Você ainda está tentando entender o que estava acontecendo no parágrafo anterior e o próximo já vem jogando mais e mais informações sobre pedaços de carne, sangue, fuga e clichês da vovó.
"O lugar parecia um ferro-velho(...) Veículos se amontoavam enquanto os poucos motoristas ainda vivos escalavam as ferragens, ignorando gritos de socorro. Em uma passarela sobre a rua pessoas se penduravam por fora da grade a fim de escapar. Várias caíram, enquanto outras simplesmente se jogaram."
Minha parte preferida é, sem dúvida, o começo do livro. A apresentação dos personagens, ler um pouco da vida de cada um pouco antes dos ataques zumbis é a minha parte preferida. A personagem que mais me chamou atenção foi Yulia. Ela é quieta e, aparentemente, esperta, mas toda essa quietude deve esconder alguma coisa, algum segredo MUITO legal.

Enfim, "Terra Morta: Infecção" parece bem promissor. Gosto de livros que me deixam curiosa quanto ao que vai acontecer, quem morre e quem vive e, "Terra Morta: Infecção" parece estar cheio desses segredos para serem revelados, cheio de pessoas para morrer, tantas outras para conhecer e flashbacks cheios de descobertas para te deixar mais intrigado.

É bem difícil falar sobre um livro que não li por inteiro e que é o segundo de uma trilogia, mas sei que se você gosta de zumbis, apocalipses e MUITA ação, "Terra Morta: Infecção" é indicadíssimo para você, não irá se arrepender.


*A Sinopse foi criada por mim, já que não encontrei nenhuma na internet =/

17 de outubro de 2014

O Juiz - The Judge (2014)


O Juiz - The Judge (2014) | Gênero: Drama

Sinopse:
"A trama gira em torno de um advogado de muito sucesso (Downey Jr.) que volta à cidade em que cresceu para o velório de sua mãe. No local, acaba descobrindo que seu pai é apontado pela polícia como um dos suspeitos de um assassinato. Ele, então, decide defender o pai no tribunal."

Ontem foi um dia muito diferente pra mim. Nunca assisti nenhum filme na estréia, mas fiz questão de desdobrar o meu dia (e minha vida) pra conseguir ver "O Juiz" (The Judge) no dia de estréia e na primeira sessão aqui em São Paulo. Nada melhor voltar a postar no blog com o novo filme do meu ator preferido, o lindo Robert Downey pegaeu jr.

Fui assistir o filme achando que Joseph (pai de Robert no filme) era apontado como suspeito pelo assassinato da sua esposa e que sofria do Mal de Alzheimer, assim como a maioria das sinopses falam, mas não é o que acontece no filme. A mãe de Hank (Robert) morreu por causa de um coágulo que se formou em sua perna esquerda e subiu para o coração, causando a sua morte e seu pai não tem Alzheimer (mas, também não vou contar o que ele tem).


Hank/Henry é um advogado pretensioso, que se acha o melhor, possui um bom carro, uma esposa jovem e bela, uma casa espetacular, ou seja, o homem perfeito, mas o seu mundo está para desmoronar a um passo. Hank fica sabendo da morte da sua mãe quando está no tribunal defendendo um homem por desvio de dinheiro, assim, ele volta para a pequena cidade onde cresceu em Indiana para o velório de sua mãe, onde os problemas de sua família começam a ser revelados. Logo no inicio do filme é que vemos que a vida perfeita de Hank é só fachada. Ele está prestes a se divorciar, tem problemas com o pai e estragou a carreira de sucesso de seu irmão mais velho.

É difícil fazer uma resenha de um filme que a maioria das pessoas ainda não viu. Muita gente não gosta de Spoiler e falar de um filme de Robert Downey Jr sem contar o que acontece é quase impossível, pelo menos para mim. 


O filme é cheio de paisagens lindas, a trilha sonora é perfeita e se encaixa impecavelmente nas cenas, nos emocionando com pouco. O que posso dizer é que o filme fala sobre amor, ódio, medo, redenção e aprender a perdoar e aceitar de uma maneira que nem todos nós entendemos e mesmo cheio de clichês de cinema e cenas já vistas e revistas em outros diversos filmes de tribunal, "O Juiz" tem sua parcela de originalidade. A atuação de Robert Duvall como um homem doente é tão verossímil que só quem conviveu com uma pessoa no mesmo estado que ele consegue entender.

Espero ver "O Juiz" mais algumas vezes e captar detalhes que não consegui da primeira vez. É um filme simples que não te faz pensar ou deduzir o que vai acontecer, você só torce para que Hank e Joseph, enfim, se deem bem e que tudo termine de forma que nenhum dos dois saia magoado. O fim é, ao mesmo tempo, comum e surpreendente. Você não espera que aquilo realmente aconteça e quando você acha que pode parar de chorar, as lágrimas correm com mais força por sua face (porque eu sou mole e choro com filme de comédia).


Como o próprio Robert diz, esse é o papel mais completo de sua carreira e, mesmo que as críticas digam que é mais um papel de Tony Stark disfarçado, não vi nada de Stark em Hank Palmer. O problema é que as pessoas só enxergam Robert como Tony Stark (seu papel de maior sucesso), elas não conseguem esquecer Stark e focar numa atuação completamente nova ou um personagem limpo de Robert, sem os esteriótipos de Stark. Assim como as pessoas veem Marlon Brando como Don Vito Corleone ou George Clooney como o eterno médico de ER, Robert ficou marcado como Tony Stark, porém ele só conseguiu esse papel porque tem características que o enquadravam como Stark, mas são características próprias do ator, quem acompanha as Premieres sabe do que eu estou falando.

Recomendo "O Juiz" não só por ser um filme com Robert Downey Jr., mas por ser um filme excelente que resgata os "filmes de tribunal" (que eu adoro), e tem uma fotografia primorosa, com uma trilha sonora linda. "Team Downey"* conseguiu o que queria quando gravou "O Juiz", sua primeira produção.





*Team Downey é uma empresa de entretenimento fundada por Robert Downey Jr. e Susan Downey, que produz propriedades de cinema e televisão.

6 de agosto de 2014

Assisti: Godzilla (2014)


Godzilla (2014)


Gênero: Ficção científica , Ação , Aventura

Sinopse: Joe Brody (Bryan Cranston) criou o filho sozinho após a morte da esposa (Juliette Binoche) em um acidente na usina nuclear em que ambos trabalhavam, no Japão. Ele nunca aceitou a catástrofe e quinze anos depois continua remoendo o acontecido, tentando encontrar alguma explicação. Ford Brody (Aaron Taylor-Johnson), agora adulto, é soldado do exército americano e precisa lutar desesperadamente para salvar a população mundial - e em especial sua família - do gigantesco, inabalável e incrivelmente assustador monstro Godzilla.


Adoro filmes sobre o Godzilla desde que me lembro. Na verdade, adoro qualquer filme que tenham monstros que destruam cidades sem escrúpulo nenhum e a polêmica que rodava em torno do novo filme do Godzilla era enorme. Algumas pessoas adoraram, outras odiaram profundamente.

O filme conta a história de Joe Brody que passa a criar o filho sozinho após a morte (BIZARRA) da esposa em um acidente na usina nuclear em que trabalhavam, no Japão. Ford Brod, filho de Joe é soldado do exercito americano, é casado e tem um filho.

Os personagens são rasos e nós acabamos não nos apegando a nenhum deles. O unico personagem possivel de desenvolver alguma espécie de simpatia acaba morrendo e você fica com atores que não conseguem fazer com que seus personagens criem alguma ligação com o publico e, por mais que tente, Ford parece não ter sentimentos, mesmo quando deveria sentir dor, ele não parece sentir nada.

Tudo bem, esqueçamos os personagens rasos e vamos pensar em Godzilla e seus inimigos. Quando o  ovo finalmente se choca, esperamos ver um dinossauro enorme e assassino, pisoteando tudo e todos por onde passa, mas acabamos por ver uma nova espécie de monstro meio aranha, meio mosquito. Godzilla mesmo só aparece do meio para o final do filme e para ficar ainda mais estranho, ele não quer destruir o Japão e todas as pessoas que moram ali, mas sim combater o monstro aranha-mosquito porque, aparentemente, é o que o Godzilla faz por natureza.

O personagem principal do filme deveria ser o Godzilla e, no fim, ele é o Monstro e o Herói ao mesmo tempo, numa mistura confusa de acontecimentos e apesar dos cortes pré cenas emocionantes, quando os monstros finalmente se encontram para um conflito sem cortes, é muito bom. Os raios azuis que saem da boca do Godzilla compensam toda a enrolação do filme.

Enfim, se você é como eu e espera muita ação e cenas emocionantes com Godzilla e seus inimigos naturais, é melhor deixar para o próximo filme, mas se quer assistir algo que não te faça pensar e te divirta ao mesmo tempo, recomendo Godzilla (2014) afinal, todos amam o Godzilla.


Curiosidade: O filme celebra os sessenta anos da primeira aparição de Godzilla nas telas, que aconteceu no filme homônimo japonês de 1954.

4 de agosto de 2014

Colocando Papel de Parede


Eu já devo ter falado, mas não custa nada dizer de novo que o blog andou bem paradinho porque eu estava de MUDANÇA, OE que felicidade!

Me mudar era uma das coisas 14 coisas para se fazer em 2014, na verdade, venho desejando me mudar há mais de um ano e, agora, eu tenho um closet, mesmo que eu não quisesse um. É mais um quarto sem graça e sem vida que você precisaria de MUITA imaginação pra conseguir visualizar algo ali dentro. Foi ai que surgiu a ideia de colocar papel de parede pra dar uma vida ao quarto que chamam carinhosa e exageradamente de closet.

Comprei esse papel de parede na Leroy Merlin e paguei R$129,90 cada rolo. É um papel com estampa delicada e o mais legal é que tem textura. O unico problema é que não é autoadesivo, então eu teria que preparar a cola e aplicar com a cara e a coragem.


A ideia original era colocar papel de parede somente na sala e foi lá que eu treinei meus dotes de aplicação de papel. Errei bastante no papel da sala, com direito a colocar a estampa de ponta cabeça (SIM, eu fiz isso), mas no fim, acabou dando tudo certo e a sala ficou maravilhosa.


Na foto, vocês podem ver o papel de parede de ponta cabeça (¬¬') e o trabalho pela metade com o papel do lado certo.Abaixo, a foto com a parede finalizada.


Tentei tirar algumas fotos do passo a passo do papel do closet, mas é claro que eu esqueci de vários passos. Existem vídeos na internet que ensinam direitinho como colocar, só acho que a história de cortar todas as tiras antes de passar a cola não vale a pena, prefiro medir, cortar, passar cola, esperar um minuto e só então aplicar na parde pra depois medir o próximo papel, caso contrário, você vai perder muito papel sem necessidade.

Medindo na parede.

Cortando o excesso
Aplicando Cola
A cola fica viscosa, parece um gel de cabelo e é bom aplicar uma camada generosa no papel, já que ao passar a espátula, o excesso de cola vai sair.

Dobrando
Vale a pena tomar cuidado com as bolhas de ar e as bolhas de cola, porque as de cola não desmancham, elas secam e ficam altas, então, vá passando a mão e sentindo bem onde ainda existe ar antes de finalizar com a espátula de silicone.



No final, ficou assim e eu amei o resultado, tanto da sala quanto do closet, não vejo a hora de terminar de arrumar tudo em seu devido lugar!


3 de agosto de 2014

Mega Artesanal 2014


A Mega Artesanal aconteceu aconteceu na ultima semana (22 a 26 de Julho de 2014) no Centro de Exposições Imigrantes em São Paulo e eu dei uma passada por lá no dia 25 para ver as novidades de artesanato e me impressionei com o que achei por lá.

Visitei a Mega em 2009/2010 e não era 1/3 do tamanho que a Mega tem hoje. É uma overdose de materiais, técnicas, artistas, público e tudo o que esteja relacionado com a arte do "faça você mesmo". Não consegui ver metade do que tinha planejado e queria ter ido mais um dia.

A feira estava enorme esse ano e trazia todos os tipos de artesanato, sem preconceito com nenhuma espécie de arte. Abaixo, as fotos que tirei da feira.

Peter Paiva tinha um estande lindo e enorme chamado "Sonholândia". Estava tão cheio que eu não consegui entrar para tirar fotos dos sabonetes. 

Estande da Tamako


Estande Arte Fácil

Estande Arte Fácil.

Estande Glory Laser.


Evandro Schiavone - Nathan Santos




Evandro Schiavone - Nathan Santos


                       











Comprei os papéis dessa arte para fazer algo parecido - SS-088















Dá pra ver que a criatividade não tem limites na Mega Artesanal. Gostaria de ter tempo e criatividade pra criar coisas como essas. Adoro Scrapbook e não faltaram idéias na feira. Espero ficar livre na mesma época do ano que vem para visitar a Mega Artesanal mais uma vez.


Lembrando que as fotos são de minha autoria, mas as peças nelas retratadas são de total responsabilidade de seus criadores e tem todos os direitos reservados.
 
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